Unigrande realizou, nesta quinta-feira (19) exercícios de ginástica laboral prática com objetivo de promover o bem-estar, trabalhar o corpo e melhorar a saúde das trabalhadoras

Devido ao ritmo acelerado do trabalho, das preocupações com a saúde, com a situação econômica que passa o país, o luto, estudos, entre outros fatores, o estresse tem gerado um elevado nível de depressão, doenças cardiovasculares e exaustão física e mental na vida dos trabalhadores.

Com à crise sanitária provocada pela pandemia de coronavírus que se alastrou pelo mundo, o estresse tem sido responsável por diversos problemas associados ao cansaço, a fadiga e pela maioria dos afastamentos de pessoas do ambiente de trabalho.

Uma pesquisa da consultoria Falconi, publicado na  Exame, revelou que durante a pandemia houve um aumento de 37% em doenças psiquiátricas ou distúrbios emocionais dentro das empresas brasileiras.

Segundo a Associação Internacional de Gerenciamento de Estresse no Brasil (Isma-BR), o stress profissional afeta 72% dos brasileiros, frequentemente causando adoecimento.

O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva, aponta que o problema atinge especialmente pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso, o que inclui, além dos profissionais de saúde, os que trabalham com educação, bancários, assistentes sociais, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada de trabalho.

Com objetivo de promover o bem-estar dos colaboradores, combater o estresse e garantir um ambiente de trabalho saudável, o Núcleo de Apoio Psicopedagógico do Unigrande (NAP) realizou atividade que usa os movimentos básicos da dança do ventre como forma de diminuir a carga de estresse e equilibrar a autoestima das colaboradoras do setor de atendimento.

“O exercício físico ajuda a manter a capacidade mental e física e melhora significativamente o estado mental da pessoa. Além disso, pode reduzir a fadiga, aumentar os níveis de concentração e melhorar o estado de alerta. O objetivo deste encontro é fazer o resgate do feminino através da prática da Dança do Ventre, visando diminuir o nível de estresse e trabalhar para equilibrar a autoestima. A mulher quando dança deixa que seu corpo responda à feminilidade que a dança traz e faz transparecer isto em seus movimentos, transferindo-os para seu dia-a-dia, em qualquer situação”, afirma a professora Ana Cristina Ximenes, coordenadora do NAP.

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