unigrande na mídia

As futuras vacinas contra a covid-19 não protegerão todas as pessoas que as receberão. Ter 100% de eficácia é sempre um sonho, mas é possível que algumas das primeiras vacinas contra o novo coronavírus estejam tão distantes desses 100% que seria melhor até mesmo não ter nada, como adverte agora um grupo de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por El País

Educação a distância avança no ensino superior do Brasil

O ensino superior a distância no Brasil ganhou força nos últimos anos e, desde o ano passado, solidificou terreno. O número de novas matrículas na modalidade remota ultrapassou aquelas do presencial, aponta levantamento da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), em parceria com a empresa de pesquisas educacionais Educa Insights.

Por Jornal Estado de Minas

Microempreendedor fica dispensado de obter alvará de funcionamento

A partir desta terça-feira (1º), começa a valer a resolução que permite que microempreendedores individuais (MEI) sejam dispensados de alvará, ato público de liberação de atividades econômicas relativas à categoria. A regra foi aprovada em agosto pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM).

Por Agência Brasil – Brasília

MEC homologa ampliação de licenciaturas de três para quatro anos

O Ministério da Educação (MEC) homologou resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que estabelece a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica e diretrizes curriculares nacionais para os docentes. O texto havia sido aprovado em 7 de novembro, mas para entrar em funcionamento precisava da chancela final da pasta.

Entre as principais mudanças está a ampliação da duração do curso de licenciatura de professores de três para quatro anos e um foco maior na prática. A homologação está em portaria publicada na edição desta sexta-feira, 20 de dezembro, do Diário Oficial da União (DOU).

Gravidez, prostituição: evasão escolar de meninas traz perdas trilionárias

Com meninas fora das salas de aula e do mercado de trabalho, países com o Brasil podem perder 15 trilhões de dólares em produtividade.

No Brasil, um dos principais desafios de gestores escolares é contornar a evasão escolar, que só no ano passado atingiu 1,1 milhão de meninos e meninas de 15 a 17 anos. Estimativas apontam que 47% das garotas abandonam os estudos, enquanto 53% dos garotos deixam os bancos escolares sem se formar.

Há uma série de fatores que contribuem para essa realidade, como a gravidez precoce, o casamento infantil e a prostituição. Segundo o Censo Educacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2018, afazeres domésticos e cuidados com pessoas são o empecilho de 23% das brasileiras que não terminaram os estudos. Em relação aos homens, essa taxa desaba para 0,8%. Problemas financeiros também afetam mais as mulheres do que os homens.

“Quando 130 milhões de meninas não conseguem se tornar engenheiras, jornalistas ou CEOs porque a educação está fora de seu alcance, nosso mundo perde trilhões de dólares que poderiam fortalecer a economia global, a saúde pública e a estabilidade”, disse Malala Yousafzai, ,vencedora do Prêmio Nobel e referência internacional no ativismo do direito à educação de meninas e mulheres.

Quase 80% dos desempregados não estão fazendo cursos de requalificação para conseguir uma vaga

O mercado de trabalho passa por transformações estruturais em razão da evolução tecnológica. A grande maioria dos 11,9 milhões de brasileiros desempregados não está fazendo nenhum curso de capacitação profissional para conseguir voltar ao mercado de trabalho. O resultado, revelado pela pesquisa sobre o perfil do desempregado da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), chama atenção especialmente porque relatos recentes de executivos de grandes empresas e levantamentos feitos por consultorias mostram que sobram vagas em algumas áreas por falta de qualificação dos candidatos.

A grande massa de desempregados tem, no máximo, o ensino médio completo, mostra a pesquisa. Na opinião de Daniel Sakamoto, gerente projetos da CNDL, se o país tivesse um ensino médio profissionalizante, a população poderia romper a barreira do desemprego muito mais rápido. “Em outros países, o jovem sai do ensino médio com habilidades que valem para muitos empregos e no Brasil, ele mal sai com conhecimentos básicos de português, matemática, ciências.”